sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Como anda sua humildade?
A Rã e a falta de humildade!
Uma rã se perguntava como podia afastar-se do clima frio do inverno. Uns gansos lhe sugeriram que emigrasse com eles, mas o problema era que a rã não sabia voar.
"Deixem-me pensar - disse a rã - tenho um cérebro esplêndido."
Logo pediu a dois gansos, que a ajudaram a apanhar um galho forte, cada um sustentando-o por uma extremidade. A rã pensava em segurar-se pela boca.
Ao seu devido tempo, os gansos e a rã começaram sua travessia e em pouco tempo passaram por uma pequena aldeia, e os habitantes dali saíram para ver o inusitado espetáculo.
Alguém perguntou: "De quem foi tão brilhante idéia?"
Assim, a rã se sentira tão orgulhosa e com tal sentido de importância, que exclamou: "FOI EU!"
Seu orgulho foi sua ruína, porque no momento que abriu a boca, se soltou do galho, caiu no vazio e morreu.
Há ocasiões em que a falta de humildade ou o excesso de orgulho, podem fazer cair por terra os planos mais excelentes.
Um dos maiores ensinamentos de Jesus foi a humildade, bastante desconsiderada nestes tempos.
Dê graças a Deus por teus êxitos, mas recorda que tudo o que tens te foi dado por Ele, quem nunca te esqueceu e sempre te espera.
Nunca ostentes as coisas que tens ou sabes, pois outros sabem outras coisas que Tu nem sequer imaginas.
"Sê humilde e nunca pense mais que os demais"
(Marissa Urquijo)
APUTE, Edelcio Luiz de Oliveira
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Pontes da amizade! Quantas você construiu?
"E falou o Eterno a Moisés, dizendo:
Fala a toda congregação dos filhos de Israel e lhes dirás: Santos sereis, pois santo sou Eu, o Eterno vosso Deus"
(Levítico 19:1-2).
Somos compelidos a santificar nossa existência, uma vez que representamos a imagem e semelhança divinas.
A Parashá (porção), a partir deste ponto, passa a enumerar uma série de condutas (amar o próximo, praticar a justiça, não vingar-se, etc.) como meios para se obter a santidade.
Como receitas médicas para o espírito, a Tora ordena o ser humano a procurar a perfeição em seus atos.
Como um mapa rodoviário, as estradas que levam a esta fantástica cidade são mostradas.
No entanto, permanece uma dúvida: sabemos como atingir a santidade.
Mas e a santidade em si, o que é?
Como definir um estágio tão elevado no aprimoramento do ser humano?
Certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro.
Durante anos percorreram uma estreita, porém comprida estrada que corria ao longo do
rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutarem um da companhia do outro. Apesar do cansaço, faziam-no com prazer, pois se amavam.
Mas agora tudo havia mudado.
O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras
ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manha, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
Ao abri-la, notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro em sua mão.
"Estou procurando por trabalho"- disse ele. "Talvez você tenha um pequeno serviço aqui e ali. Posso ajuda-lo?"
"Sim!" - disse o fazendeiro - "Claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É de meu vizinho, na realidade, meu irmão mais novo.
Brigamos muito e não mais posso suportá-lo.
Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro?
Quero que você me construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não mais
precise vê-lo.
"Acho que entendo a situação"- disse o carpinteiro - "Mostre-me onde estão a pá e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixara satisfeito."
Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu.
O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e pregando.
Já anoitecia quando terminou sua obra, ao mesmo tempo que o fazendeiro retornava.
Porém, seus olhos não podiam acreditar no que viam.
Não havia qualquer cerca!
Em seu lugar estava uma ponte que ligava um lado do riacho ao outro.
Era realmente um belo trabalho, mas, enfurecido, exclamou:
"Você é muito insolente em construir esta ponte após tudo que lhe contei"
No entanto, as surpresas não haviam terminado.
Ao erguer seus olhos para a ponte mais uma vez, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com seus braços abertos.
Cada um dos irmãos permaneceu imóvel de seu lado do rio, quando, num só impulso, correram um na direção do outro, abraçando-se e chorando no meio da ponte.
Emocionados, viram o carpinteiro arrumando suas ferramentas e partindo.
"Não, espere!"- disse o mais velho - "Fique conosco mais alguns dias. Tenho muitos
outros projetos para você"
E o carpinteiro respondeu: "Adoraria ficar. Mas tenho muitas outras pontes para construir."
Assumamos uma missão: vamos construir pontes!
Quando a vida impuser um rio de separação entre nós, não nos sirvamos disso como desculpa para abandonar o campo de batalha.
Quando houver injustiça e solidão na outra margem, não tenhamos medo de correr ao outro lado com os braços abertos.
É muito mais fácil fechar-se numa cerca e proteger-se dos problemas.
Afinal, construir uma ponte requer mais empenho; podemos nos molhar nas turbulentas águas da frustração e abrimos espaço para que o inimigo penetre em nossas vidas.
É bem mais pratico um muro!
Mas precisamos arriscar. Só quem arrisca vive!
Em hebraico, ponte escreve-se Guesher.
Com as mesmas letras, escrevemos Reguesh - sentimento, sensibilidade.
Diz o Talmud (Brachot 6a): dvarim haiotsim min halev nichnassim el halev - o que sai do coração imediatamente entra no coração.
Se começarmos a construir nossas pontes em nossos corações, com certeza atingiremos
nossos objetivos.
Felicidade, como diria um famoso pensador judeu deste século, é a certeza de sentir-se necessário.
Santidade, por sua vez, é a certeza de sentir que o outro é ainda mais necessário!
Amor ao próximo, a justiça, a bondade, etc, são apenas meios para nos aproximarmos uns dos
outros.
Se o próximo não estiver assim tão próximo, o que de divino (para não dizer, santo) encontraremos em nossa existência?
Então, mãos à obra!
Fonte: Or Menorah
APUTE, Edelcio Luiz de Oliveira
sábado, 4 de janeiro de 2014
A colher de cabo comprido
Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca.
O sofrimento era grande.
Em seguida, deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados.
Não havia fome, nem sofrimento.
Eu não compreendo, disse o homem a Deus, por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?
Deus sorriu e respondeu:
Você ainda não percebeu?
É porque aqui eles aprenderam a dar comidas uns aos outros.
Temos situações que merecem profunda reflexão:
Egoísmo:
As pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;
Criatividade:
Como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;
Equipe:
Se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.
Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.
O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso.
Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.
Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.
E, lembre-se sempre.
A alegria faz bem à saúde;
estar sempre triste é morrer aos poucos.
Apude, Edelcio Luiz de Oliveira
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Propósito da religião! (Fábula Indiana).
"Em uma aldeia havia um mestre religioso, que falava sobre o propósito das religiões. Um dia uma grande multidão, formada por diversas tradições religiosas, reuniu-se para escutá-lo. Então um homem na multidão lhe perguntou. 'Mestre, qual é o objetivo de todas as religiões?' O mestre lhe respondeu: 'como a água tem sua fonte no topo da montanha e ela transforma-se em diversos rios fluindo até ao mar, da mesma forma o único Deus é visto por diversos ângulos pelas pessoas diferentes. Assim as diversas religiões são criadas ou fundadas pelos seres humanos, mas cada religião tem um propósito de chegar a um único Deus. Somente as regras é que são diferentes.'"
(Fábula Indiana). Apude, Jorge Nobre Carvalho
OS DOIS LOBOS!
Há uma história antiga dos índios Cherokee sobre o chefe de uma grande aldeia.Um dia o chefe decide que chegou a altura de ensinar ao seu neto favorito os fatos da vida. Leva-o para a floresta, fá-lo sentar sob uma velha árvore e explica:“Filho, há uma luta em curso dentro da mente e do coração de todo o ser humano que hoje está vivo. Apesar de eu ser um velho chefe sábio, o líder do nosso povo, essa mesma luta acontece dentro de mim. Se não souberes que a batalha está em curso, ela enlouquecer-te-á. Nunca saberás em que direção ir. Na vida, umas vezes ganharás e depois, sem perceberes porquê, de repente sentir-te-ás perdido, confuso e receoso e podes perder tudo o que tanto te esforçaste por adquirir. Pensarás muitas vezes que estás a fazer o que está certo para depois descobrires que estavas a fazer as escolhas erradas. Se não compreenderes as forças do bem e do mal, a vida individual e a vida coletiva, o Verdadeiro Eu e o Falso Eu, viverás sempre uma vida de grande agitação.”“É como se houvesse dois grandes lobos dentro de mim:um é branco e outro é negro.O branco é bom, generoso e não faz mal. Vive em harmonia com tudo o que o rodeia e não se ofende quando não há intenção de ofender. O lobo bom, estabilizado e forte na compreensão de quem é e do que é capaz, só luta quando é acertado fazê-lo e quando tem de o fazer para se proteger a si ou à sua família e, mesmo assim, fá-lo da maneira correta. Cuida de todos os outros lobos da sua alcateia e nunca se desvia da sua natureza.”“ Mas também há um lobo negro que vive dentro de mim, e este lobo é muito diferente. É ruidoso, colérico, descontente, invejoso e tem medo. A mínima coisa provoca-lhe um acesso de raiva. Luta com toda a gente, o tempo todo, por razão nenhuma. Não consegue pensar claramente porque a sua ganância por mais e a sua raiva e ódio são imensos. Mas é uma raiva impotente, filho, pois a sua raiva não muda nada. Arranja sarilhos onde quer que vá, por isso encontra-os facilmente. Não confia em ninguém, portanto, não tem amigos verdadeiros.”
O QUE VOCÊ ESTÁ CARREGANDO?
Uma velha história budista conta que certa vez, um mestre e seu aluno estavam para cruzar um rio a pé. Uma jovem garota estava na margem, meio encabulada, sem coragem de atravessar o rio e com medo do estado em que suas roupas chegariam do outro lado.
Para surpresa do aluno, o velho mestre se oferece para carregar a moça nos ombros. E assim chegam ao outro lado. A moça agradece, segue seu caminho e vai embora.
Mestre e aluno continuam andando por alguns quilômetros. Finalmente, o aluno toma coragem e reclama: "Mestre, o senhor está sempre pregando a pureza espiritual, que não devemos nos envolver com certas coisas enquanto estudamos, e mesmo assim, esteve entre as coxas da mulher enquanto atravessava o rio com ela."
"Meu caro aluno" - responde o Mestre. "Eu carreguei ela de um lado ao outro do rio. Você continua carregando-a até agora."
Cada um escolhe o peso que carrega. Nessa travessia para 2014, separe um tempo para pensar no que está carregando.
Divirta-se, faça um brinde, e comece o ano mais leve!
- Fábio Zugman
Atitudes que drenam energia
Atitudes que drenam energia
Desespero
1 – Pensamentos obsessivos
Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
2 – Sentimentos tóxicos
Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo
Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
4 – Fugir do presente
As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5 – Falta de perdão
Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.
6 – Mentira pessoal
Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7 – Viver a vida do outro
Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8 – Bagunça e projetos inacabados
A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9 – Afastamento da natureza
A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
10. Preguiça, negligência
E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….
11. Fanatismo
Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!
12. Falta de aceitação
Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.
O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!
* Vera Caballero é Professora de Yoga, numeróloga, terapeuta floral, reiki master, massoterapeuta, ministra cursos e palestras sobre Bioenergias.
http://sobmalhete.com/2013/06/21/atitudes-que-drenam-energia/
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